Publicado por: Prynce H. | 05/11/2009

Alimentação – Patativa

alpiste

Alpiste - Boa Alimenteação!

Publicado por: Prynce H. | 27/08/2009

Biografia – Patativa

Patativa - Macho

Patativa - Macho

Canto melodioso e triste. O belo canto da Patativa tem tantos admiradores que, no Brasil, ele já foi citado em música, verso e prosa. Na natureza, o macho (foto) usa o canto melodioso para demarcar seu território.

Hoje, no Brasil, a maioria dos criadores de pássaros tem como objetivo a reprodução das espécies. Porém, até 1967, quando era permitido o comércio dos pássaros brasileiros e esses não eram tão raros, sendo facilmente encontráveis na natureza, os passarinheiros mantinham apenas machos, que em geral têm uma plumagem mais bonita e são bons cantores. Um dos pássaros mais procurados nessa época foi a Patativa, devido à sua beleza, ao seu porte, à sua maneira de pousar e, principalmente, devido ao seu canto.

O canto da Patativa, melodioso e triste, é tão atraente que o nome deste pássaro virou apelido de alguns cantores nordestinos. Devido a ele a Patativa já foi citada em uma música famosa de Vicente Celestino, no romance “Ubirajara”, de José de Alencar, e no poema “As primaveras”, de Casimiro de Abreu.

A Patativa vive nos campos, vegetações ribeirinhas e baixadas, ocorrendo também na Argentina e Paraguai. Durante o inverno, época em que vive em grupos, a Patativa é dificilmente vista, pois fica escondida realizando a troca de suas penas. A partir de setembro anda em casais, e seu canto pode ser percebido ao longe.

Entre os meses de março/abril e julho/agosto fica em baixadas úmidas e brejos, onde pode obter sementes de gramíneas. Nessa época praticamente não canta. Com a chegada da primavera, a alimentação torna-se mais rica e os machos começam a formar territórios e disputar as fêmeas para o acasalamento. Como todo os pássaros territoriais, a Patativa defende com valentia seu domínio da invasão de outra ave, da mesma espécie ou não. Os machos costumam ficar no alto das árvores cantando incessantemente para demarcar o seu espaço.

As fêmeas fazem ninho numa forquilha não muito alta, usando raízes e gramíneas para a parte externa. A parte interna é forrada de raízes mais moles e, se encontrada, crina de cavalo. O ninho tem forma de taça e a postura é de dois a três ovos.

Em cativeiro adapta-se com muita facilidade, logo se tornando uma ave mansa e dócil com o proprietário. No entanto, não é aconselhável colocar nenhum outro pássaro junto com um casal na mesma gaiola pois, para o macho, na época de reprodução, a gaiola é seu território e como tal será defendido. No caso de viveiros maiores, outros pássaros podem mexer no ninho da Patativa, ou levá-la a uma insegurança que acabará impedindo a sua reprodução. Deve-se tentar a reprodução desde setembro. A partir daí, a gaiola não deve mais ser retirada do lugar e as Patativas não devem ver mais nenhum pássaro, principalmente de sua espécie, para que seja garantida a tranqüilidade total ao casal. Se, durante o choco e o nascimento dos filhotes, o macho começar a atrapalhar a fêmea ou maltratar os filhotes, deve ser retirado da gaiola e a fêmea se incumbirá sozinha da criação da prole.

O filhote, até um ano de idade, é pardacento. Depois desse ano, se o espécime for macho, adquirirá uma cor azul-acinzentada e a fêmea continuará com a cor do filhote. Há uma variedade que ocorre em várias regiões do Brasil e mais freqüentemente no norte do Paraná, bem mais rara e de bico amarelo, o que a torna muito mais bonita e desejada.

Publicado por: Prynce H. | 18/08/2009

Reprodução – Pássaro-Preto

Pássaro-Preto em époce de reprodução!

Pássaro-Preto em époce de reprodução!

Casais em cativeiro desde filhotes têm procriado com certa facilidade. O viveiro deve ter algumas árvores e ficar em local sossegado, onde não haja circulação de pessoas. A fêmea põe de 2 a 4 ovos por ano, sempre no final da primavera. No cativeiro a época varia em função da mudança de metabolismo da ave. Por ser nativo no Brasil, sua apanha em território nacional é proibida. Pela legislação deve ser obtido em criadouros autorizados pelo IBAMA.

Publicado por: Prynce H. | 17/08/2009

Saúde – Pássaro-Preto

Pássaro-Preto in habitat!

Pássaro-Preto in habitat!

Resistente a doenças. Não se ressente com frio ou calor, mas não se dá bem com correntes de ar. Se demonstrar canibalismo arrancando as penas, pode ser causado por alimentação inadequada ou falta de parceiro para procriar. No caso de falta de parceiro, coloque fios de estopa – passados em salmoura (1colher de sal para um copo de água) para desinfetar – pendurados na gaiola, assim ele passa a puxar os fios e deixa de arrancar as penas.

Publicado por: Prynce H. | 17/08/2009

Alimentação – Pássaro-Preto

Frutas

Frutas

Ração específica para a espécie (encontrada em lojas especializadas) ou do tipo dado a galinhas poedeiras. Acrescente diariamente: alpiste (1 xícara de chá para cada quilo de ração), frutas (banana, maça e mamão) e, a cada três dias, legumes (chuchu, tomate e jiló) e verduras (chicória e almeirão).


Publicado por: Prynce H. | 17/08/2009

Truques – Pássaro-Preto

Pássaro-Preto

Pássaro-Preto

Eles são inteligentes e aprendem rapidamente as coisas. Um dos Pássaros-pretos de Soares, por exemplo, atendia o seu chamado com um estalar de dedos. Ele também pode ser ensinado a pegar e a abrir coisas leves e até a desmanchar laços. Pega palitos de fósforos da caixinha, puxa cigarros do maço, abre a tampa do açucareiro e o que mais você consiga imaginar do gênero.

Sensível, se assusta com facilidade. Se ficar medroso, poderá assim permanecer pelo resto da vida. Portanto, fique atento para a reação dele à sua aproximação. Evite criar situações que possam intimidá-lo em excesso. Cuidado com cores muito fortes, como o vermelho; com o guarda-chuva e até com os óculos quando for pegá-lo. Não dê pancadas na gaiola ou tapinhas no passarinho. Se ele ficar com medo de você, será um pássaro arredio, que dará bicadas e começará a se debater na gaiola toda vez que você tentar tocá-lo.

Publicado por: Prynce H. | 17/08/2009

Comportamento – Pássaro-Preto

Pássaro-Preto manso!

Pássaro-Preto manso!

Em cativeiro, fica manso se pego desde filhote. Pessoas desconhecidas provavelmente levarão uma boa bicada ao colocar o dedo na gaiola, mas se for o dono, ele permite afagos, demonstrando prazer ao arrepiar as penas do corpo. Torna-se muito sociável com os membros da família ou pessoas que costuma ver com freqüência, aceitando carinhos de todos. Geralmente, no entanto, demonstra preferência por uma pessoa (geralmente quem o alimenta). Daí, faz mil coisas: atende pelo nome respondendo com seu canto, se empoleira nos dedos e nos ombros e aprende uma porção de outras.

Adora um cafuné. Quando coçamos sua cabeça e a região do pescoço, fica todo arrepiado de satisfação. Soares comenta que um bom cafuné lhe dá sono, às vezes profundo. “Um de meus Pássaros-pretos, o Negro, quando eu coçava sua cabeça, deixava-a cair juntamente com todo o pescoço. Depois, eu o colocava de pernas para cima sobre a mesa e ele nem acordava de tão profundo que era seu sono”.

Quando alguém se aproxima fica agitado, parece querer chamar a atenção. Canta bastante, mesmo que seja um estranho. Começa a correr de um lado para o outro na gaiola e fica todo arrepiado. Seu canto, nestes momentos, acaba sendo um tipo de alarme, sinalizando que alguém está passando pelo local. Segundo Soares, o Pássaro-preto amansado pode ser criado solto em casa, sem maiores problemas, pois “ele não costuma fugir”. O primo de Soares, Sérgio Augusto, criou um exemplar solto em casa. “Ele se chamava Negrão. Quando chegava visitas que não conhecia, tratava logo de voar até o chão, se aproximava dando uns passinhos (o criador diz que ele anda e não pula como fazem muitos pássaros) e começava a bicar o sapato dos convidados, fazendo a maior gritaria. Era a atração da casa!”.

Publicado por: Prynce H. | 17/08/2009

Biografia – Pássaro-Preto

Pássaro-Preto

Pássaro-Preto

Muito querido e manso, adora carinho, faz imitações, dá alarme e gosta de cantar. Saiba mais sobre este verdadeiro pássaro de estimação.

Ele é um dos pássaros brasileiros mais populares. Manso, inteligente e bastante esperto, conquista logo a simpatia. É encontrado do norte ao sudeste do país, geralmente próximo às plantações de cereais.

Na natureza já demonstra sua índole pacífica, sendo menos arredio que os demais pássaros com as pessoas que lhe oferecem alimentos e com as que ele esteja acostumado a ver nos arredores.

Publicado por: Prynce H. | 16/08/2009

Reprodução – Modesto

Há um ninho próprio, de madeira, todo fechado (tipo Manon) cujas dimensões são 13 x 13 x 13 cm, no formato de um cubo. A face interna do fundo é ligeiramente côncava, existe uma entrada lateral para a ave, e a parte superior é móvel, como se fosse uma porta.

Na época da reprodução costuma-se colocar algumas ramas de capim meio verde (o Barba-de-bode, por exemplo) à disposição do casal, que serão usadas para um acabamento do ninho. A fêmea bota de 4 a 6 ovos, todos brancos. Depois, o mancho ajuda no choco e, em 12 dias, nascem os filhotes.

Publicado por: Prynce H. | 16/08/2009

Higiene – Modesto

Higiene e saúde: conserve a gaiola sempre limpa, em lugar claro (pode receber sol) e arejado, mas sem qualquer corrente de vento. Na época da muda (logo depois da reprodução) é bom acrescentar alguma vitamina (que pode ser adquirida nas lojas) junto com a alimentação normal. Comida sempre fresca e água (do bebedouro e da banheira) limpa, trocada diariamente.
Observação:
os Manons recebem o mesmo tratamento que os Modestos.

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