Publicado por: Prynce H. | 25/06/2009

Biografia – Dominó

Encontrado em países africanos e há, aproximadamente, 5 anos no Brasil, o Dominó ainda preserva em cativeiro todo o seu instinto selvagem, não admitindo a intervenção do homem.

Despojado de colorido atraente e voz melodiosa, o Dominó chama a atenção pela grande facilidade de reprodução e pelo seu instinto selvagem. Pertencente à família dos Estrildíneos, as 3 espécies de Dominó mais consagradas no Brasil são: Spermestes bicolor, Spermestes cuculateus e Amauresthes frimgilloides. Todas de comportamento semelhante e bastante fáceis de criar, desde que respeitadas suas características.
O Dominó é encontrado, na natureza, em países como, Angola, Quênia, Senegal e Tanzânia. No Brasil, no entanto, ele se acha apenas em cativeiro, e é criado há aproximadamente 10 anos. Mesclando-se em tons que vão do castanho ao preto no dorso e branco no peito, ele recebeu, também, o sugestivo apelido de “freirinha”. Isto porque, com um pouco de imaginação, suas costas podem lembrar o hábito usado por algumas religiosas. No entanto, seu temperamento, muito longe de ser pacífico e fraternal, é agressivo e não tolera intervenções exageradas em seu cativeiro. Talvez, isso seja mais uma qualidade do que um defeito para os amantes de pássaros, já que reflete uma resistência em deixar-se domesticar completamente e perder o instinto próprio de suas raízes.
Esta hostilidade pode ser comprovada no fato de que o Dominó não gosta de repartir seu ninho e, também, de admitir que pássaros estranhos integrem-se ao seu bando. Isto, se não levado em conta, pode ser fatal para o intruso, considerando-se que, em cativeiro as possibilidades de fuga são irrisórias, e que um Dominó, além de valente, possui um bico forte.
Deste modo, fica a cargo do bom senso do criador, que quiser criar casais, em aproximar pares que já tenham convivido juntos e colocar, cada um, em gaiolas grandes (70cm de comprimento x 40 cm de altura x 30 cm de profundidade). Por outro lado, o passarinheiro poderá contar com a vivacidade e grande propensão à reprodução deste animal.Encontrado em países africanos e há, aproximadamente, 5 anos no Brasil, o Dominó ainda preserva em cativeiro todo o seu instinto selvagem, não admitindo a intervenção do homem.
Despojado de colorido atraente e voz melodiosa, o Dominó chama a atenção pela grande facilidade de reprodução e pelo seu instinto selvagem. Pertencente à família dos Estrildíneos, as 3 espécies de Dominó mais consagradas no Brasil são: Spermestes bicolor, Spermestes cuculateus e Amauresthes frimgilloides. Todas de comportamento semelhante e bastante fáceis de criar, desde que respeitadas suas características.
O Dominó é encontrado, na natureza, em países como, Angola, Quênia, Senegal e Tanzânia. No Brasil, no entanto, ele se acha apenas em cativeiro, e é criado há aproximadamente 10 anos. Mesclando-se em tons que vão do castanho ao preto no dorso e branco no peito, ele recebeu, também, o sugestivo apelido de “freirinha”. Isto porque, com um pouco de imaginação, suas costas podem lembrar o hábito usado por algumas religiosas. No entanto, seu temperamento, muito longe de ser pacífico e fraternal, é agressivo e não tolera intervenções exageradas em seu cativeiro. Talvez, isso seja mais uma qualidade do que um defeito para os amantes de pássaros, já que reflete uma resistência em deixar-se domesticar completamente e perder o instinto próprio de suas raízes.
Esta hostilidade pode ser comprovada no fato de que o Dominó não gosta de repartir seu ninho e, também, de admitir que pássaros estranhos integrem-se ao seu bando. Isto, se não levado em conta, pode ser fatal para o intruso, considerando-se que, em cativeiro as possibilidades de fuga são irrisórias, e que um Dominó, além de valente, possui um bico forte.
Deste modo, fica a cargo do bom senso do criador, que quiser criar casais, em aproximar pares que já tenham convivido juntos e colocar, cada um, em gaiolas grandes (70cm de comprimento x 40 cm de altura x 30 cm de profundidade). Por outro lado, o passarinheiro poderá contar com a vivacidade e grande propensão à reprodução deste animal.
 Spermestes cuculateus - 2ª espécie de Dominó

Spermestes cuculateus - 2ª espécie de Dominó

Encontrado em países africanos e há, aproximadamente, 5 anos no Brasil, o Dominó ainda preserva em cativeiro todo o seu instinto selvagem, não admitindo a intervenção do homem.

Despojado de colorido atraente e voz melodiosa, o Dominó chama a atenção pela grande facilidade de reprodução e pelo seu instinto selvagem. Pertencente à família dos Estrildíneos, as 3 espécies de Dominó mais consagradas no Brasil são: Spermestes bicolor, Spermestes cuculateus e Amauresthes frimgilloides. Todas de comportamento semelhante e bastante fáceis de criar, desde que respeitadas suas características.

O Dominó é encontrado, na natureza, em países como, Angola, Quênia, Senegal e Tanzânia. No Brasil, no entanto, ele se acha apenas em cativeiro, e é criado há aproximadamente 10 anos. Mesclando-se em tons que vão do castanho ao preto no dorso e branco no peito, ele recebeu, também, o sugestivo apelido de “freirinha”. Isto porque, com um pouco de imaginação, suas costas podem lembrar o hábito usado por algumas religiosas. No entanto, seu temperamento, muito longe de ser pacífico e fraternal, é agressivo e não tolera intervenções exageradas em seu cativeiro. Talvez, isso seja mais uma qualidade do que um defeito para os amantes de pássaros, já que reflete uma resistência em deixar-se domesticar completamente e perder o instinto próprio de suas raízes.

Esta hostilidade pode ser comprovada no fato de que o Dominó não gosta de repartir seu ninho e, também, de admitir que pássaros estranhos integrem-se ao seu bando. Isto, se não levado em conta, pode ser fatal para o intruso, considerando-se que, em cativeiro as possibilidades de fuga são irrisórias, e que um Dominó, além de valente, possui um bico forte.

Deste modo, fica a cargo do bom senso do criador, que quiser criar casais, em aproximar pares que já tenham convivido juntos e colocar, cada um, em gaiolas grandes (70cm de comprimento x 40 cm de altura x 30 cm de profundidade). Por outro lado, o passarinheiro poderá contar com a vivacidade e grande propensão à reprodução deste animal.

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