Publicado por: Prynce H. | 17/06/2009

Alimentação – Cordonbleu

painço 2

Deve dar-se a estas aves uma mistura de semente para aves tropicais de pequeno porte, com um suplemento de sementes de ervas e milho painço italiano. Também apreciam comer pequenos pedaços de alimentos verdes.
De um modo geral, fora da época de gestação, esta alimentação deve ser suficiente, porém, ao logo da época de gestação, necessitam de proteínas animais suplementares na forma de alimentos à base de ovos.
Especialmente as crias devem alimentar-se regularmente de alimentos vivos, tais como mosquitos da fruta e moscas verdes. Como se verifica com todas as aves graminívoras, o cordon bleu necessitam de areia.

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Publicado por: Prynce H. | 17/06/2009

Reprodução e Características – Cordonbleu

Os cuidados com “acomodações” O Cordonbleu, basicamente são os mesmos de outras criações de pássaros de porte semelhante.
Logicamente, quanto mais espaço se oferece ao passarinho, melhor. Uma gaiola de 50×30 atende bem às necessidades de um casal de Cordonbleu. A banheirinha com água para o banho, e outro pote com água fresquinha para beber são indispensáveis. Não se esqueça de colocar o pote num local protegido, onde não caiam fezes dos bichinhos.
Para o ninho, prenda uma tira de capim seco nas grades da gaiola – o barba de bode é uma boa pedida. É importante que se coloque a gaiola num local longe de correntes de vento, e relativamente protegido do frio. A higienização do habitat do Cordonbleu também deve ser levada a sério. Faça a limpeza da bandeja da gaiola, no mínimo dia sim, dia não. Isso evita o acúmulo de bactérias, e consequentemente, focos de doenças.

Publicado por: Prynce H. | 17/06/2009

Características – Cordonbleu

Cordonbleu 2

Cordonbleu, em francês, quer dizer cordão azul. Nada mais coerente que esse pássaro – que mede de 12 a 13cm, tenha essa cor na constituição da sua plumagem. O topo da sua cabeça é amarronzado, assim como as costas. A face, garganta, as duas laterais do peito e a cauda são azuis. A barriga apresenta um marrom acinzentado. O bico é branco, ligeiramente avermelhado na emenda”. Para realçar o azul da face, o Cordonbleu ganha manchas vermelhas dos dois lados. Aliás, esse é o “toque” que diferencia o macho da fêmea. Ela não apresenta esse vermelho, e ainda é mais pálida que o macho.

Um passarinho que se assemelha bastante ao Cordonbleu é o Peito Celeste (Uraeginthus cyabocephalus). Ele possui o tamanho e a cores próximas ao do Cordonbleu. Apenas o seu azul “sobe” mais em direção ao topo da cabeça, e também não tem as manchas vermelhas.
Para quem quer ter uma ave ornamental bonita e simpática, O Cordonbleu se adapta perfeitamente às exigências. Apesar de possuir um canto discreto e longe de ser dos mais belos, sua aparência física e amabilidade compensam os poucos dotes “sonoros”.

Publicado por: Prynce H. | 17/06/2009

Biografia – Cordonbleu

Cordonbleu 1

A pronúncia do seu nome exige um leve biquinho feito com a boca no final da palavra. Porém, se aparentemente esse pássaro deveria ser enjoado e fresco, sua história e criação comprovam o contrário.

Cordonbleu. O nome chega aos ouvidos cheio de glamour. Contudo, esse pássaro, que com tal denominação poderia muito bem viver nos arredores do Sena, tem como habitat mais comum a África, sendo bastante conhecido do Senegal ao Mar Vermelho, e ainda junto ao sul da Rodésia. Nessas regiões, leva uma vida muito rústica, como os próprios habitantes locais. Em geral, vive em pequenos bandos, muito próximo às vilas, a até mesmo dentro delas. Seu ninho é construído basicamente de mato seco, e por vezes é encontrado no interior de árvores pouco elevadas, ou até mesmo nos telhados das cabanas indígenas, feitas de folha de palmeira. Em certas regiões, também é encontrado ocupando um ninho abandonado de vespas ou de Tecelões (um outro pássaro).
Se pelas “bandas”da África o Cordonbleu desfruta de ar livre e de uma vida até certo ponto primitiva, nos trópicos e mais especificamente aqui no Brasil, o Uraeginthus bengalus, nome científico desse passarinho,é criado apenas em cativeiro. No entanto, para que se reproduza, é preciso que a qualidade de sua alimentação seja muito boa. Assim, deve-se dar insetos, como as larvas de tenébrio, sementes, como o alpiste, painço e senha, e ainda verduras, tais como o almeirão, chicória e escarola. De “estômago cheio”, o Cordonbleu vai estar sempre “forte e vigoroso”, pronto para dar continuidade a sua espécie. Nessas condições, o pássaro torna-se uma companhia muito agradável, de reprodução relativamente fácil, e não requer grandes segredos e “habilidades” para ser tratado.
O Cordonbleu atinge a idade adulta com cerca de 3 meses. Como nessa idade é comum se namorar, com os passarinhos não é diferente. Namorinho de cá, namorinho de lá, a fêmea é fecundada e costuma botar de 4 a 5 ovos brancos. Ao final de 14 dias de incubação, para alegria do casal de pássaros, e mais do criador, nascem os filhotinhos.

Publicado por: Prynce H. | 17/06/2009

Gaiola – Coleiro

gaiolas C

As ideais são o número 3, com 70x40x30cm e onde se acomoda um casal. Como esta espécie costuma fazer seu ninho em arbustos e árvores baixas, aconselha-se usar viveiros arborizados ou colocar areia nas gaiolas comuns e, se possível, algumas folhagens artificiais. O ninho em forma de taça pode ser substituído por um ninho para canário, à venda nas lojas especializadas.

Publicado por: Prynce H. | 17/06/2009

Reprodução – Coleiro

Apesar de ser uma espécie popular, não se conhecem casos de criadores que obtiveram sucesso na reprodução em cativeiro. As fêmeas põem de 2 a 3 ovos, que são chocados durante 13 dias. Após esse período, os filhotes nascem e permanecem no ninho por mais 13 dias.
Com 30 a 35 dias, já estão aptos para comer sozinhos.

Publicado por: Prynce H. | 17/06/2009

Alimentação – Coleiro

painço 2

Sendo um passeriforme granívoro, ou seja, um comedor de sementes, o Coleirinha deve receber alpiste e painço. Na época da reprodução, é bom acrescentar um ovo cozido à sua dieta, além de larvas de Tenébrio.

Publicado por: Prynce H. | 17/06/2009

Convivência – Coleiro

coleiro fêmea

Um bom macho de Coleirinha é conhecido pelo canto, bastante agradável aos ouvidos humanos. Esse canto só não é bem-vindo por outro macho na época da reprodução. Nesta época eles deixam de andar em bandos e marcam seu território com a precisão de um bom latifundiário deixando ficar no pedaço apenas a patroa. Quando outro macho adentra seus domínios, o Coleirinha sai para enfrentá-lo e expulsá-lo. Algumas vezes acontecem brigas, mas não é comum que um dos pássaros saia machucado, pois eles se respeitam.
A mesma regra vale para uma fêmea. Só que com uma diferença: se uma fêmea invade o território de um macho, a sua companheira é que se encarregará de expulsá-la. Será que esta cena não lembra um pouco o civilizado cotidiano dos humanos?
Sendo um animal de índole pacífica, o Coleirinha adapta-se bem à vida em gaiolas e viveiros. Não fica agitado voando de um lado para outro, não se bate contra as grades e nem se machuca. Ele se limita a cantar, como o Curió e o Azulão, o que faz dele uma isca perfeita para os passarinheiros – caçadores inescrupulosos que o utilizam para atrair outros pássaros e vender no mercado negro.
O coleirinha é um pássaro da fauna brasileira. Para criá-lo é necessário obter autorização do IBDF.

Publicado por: Prynce H. | 17/06/2009

Plumagem – Coleiro

coleiro (1)

Não se pode dizer que o forte do Coleirinha seja seu colorido. Sua plumagem é praticamente branca e preta com leves tons de cinza esverdeado no dorso, cauda e em algumas penas das asas. A carinha, fronte, nuca e abaixo da gola aparecem em preto, assim como os pés e a íris. O bico contrasta com a sobriedade de tons, destacando o amarelo esverdeado.
As fêmeas, por sua vez, possuem uma coloração mais mortiça, num cinza azeitonado e com o ventre branco. Os filhotes, até atingirem a idade adulta, são muito parecidos com elas. Foi aqui que nasceu a expressão “coleiro virado”: é o Coleirinha macho cuja plumagem está se modificando, adquirindo o colar preto. Para um filhote macho virar Coleiro definitivamente é preciso um ano de idade.
O curioso desta espécie é que, apesar de bastante popular, ainda há dúvidas quanto à sua classificação. Além do caerulescens, também são considerados Coleiros o Sporophila c. hellmayr, com peito amarelo ao invés de branco e cinzento esverdeado nas partes superiores. Esta variedade é mais comum no Brasil Central.
Outros passeriformes que não apresentam coleira estão enquadrados no grupo, como o Sporophila ardesiaca, cujo peito é branco e a cabeça e o pescoço cinzento-escuros, o que lhe confere o formato de uma carapuça. Ele é mais comum na região de Minas Gerais, São Paulo e Espírito Santo. Outro que integra o bando é o Sporophila nigricolis, de um cinza-esverdeado nas costas e na carapuça e amarelo no peito, um filho legítimo do Brasil Central, Norte e Nordeste. Por fim, o Sporophila albogulars, de origem nordestina e com a garganta toda branca e pequeno espelho (manchas brancas) nas asas.

Publicado por: Prynce H. | 17/06/2009

Biografia – Coleiro

A carinha pode ser séria, mas ele é um bom sujeito. Não tira o terno nem quando fica à vontade em sua casa, ao lado da companheira que, por sinal, é daquelas bem ciumentas.

Os apelidos e nomes populares sempre se justificam. Quem já não ouviu um sujeito loiro ser chamado de alemão? Ou aquele indivíduo de bigode cuja fama se fez em cima de seu buço cabeludo? Há milhares de apelidos e os brasileiros sempre foram prolíficos em arrumar os nomes mais engraçados para todas as coisas. Por que não chamar então aquele passarinho com uma listra no pescoço de Coleirinha?
Esse é o nome popular do Sporophila C. caerulescens, uma ave com aproximadamente 13 cm (o macho, contando-se a cauda que mede de 5 a 6 cm) e que muito passarinheiro tem ou já teve em casa. Espécie original do sul da Amazônia até o Rio Grande do Sul, ele também atende por Coleira Virado, Coleiro da Bahia, Coleira Estrela e Papa Capim. Aliás, este último apelido também é facilmente explicável como o nome Coleirinha.
Tudo acontece porque onde há capim, há uma Coleirinha. Em seu habitat, ele se alimenta da semente de gramíneas, ou seja, espera o capim começar a dar semente para chegar em bandos sobre o matagal e atacar os pendões com sementes. Isso não significa, porém, que ele despreza outras sementes mais “nobres” como as plantações de arroz e outros campos arados.

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