Publicado por: Prynce H. | 14/05/2010

Alimentação – Pombas

Milho - Comida Predileta!

Granívoras – comem em média 45g, oferecidos 1 vez ao dia. Dê uma mistura em partes iguais de grãos secos como milho, trigo, sorgo, ervilha, arroz com casca e cevada, em menor quantidade acrescente girassol e soja. Para evitar falta de sais minerais, junte uma parte de ração peletizada para galinhas. Frugívoras – dê 2 vezes ao dia frutas maduras picadas (a base é a banana). Misture com ração para pássaros até que os pedaços de fruta fiquem “à milanesa” e não grudem um no outro. Numa vasilha à parte, coloque somente ração pura.

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Publicado por: Prynce H. | 14/05/2010

Éspecies – Pombas

Pombas de Colar!

Todas as raças são originárias da Columba livia, ave européia que se espalhou pelo mundo há centenas de anos e passou a viver com o homem principalmente nas cidades, onde é alimentada e se abriga nos telhados e vãos das casas.
A partir dos vários cruzamentos apareceram raças nobres, com características diversas, e foram formadas famílias cujos traços passaram a ser isolados e fixados nos acasalamentos. Foi assim que surgiram as raças puras – designação dada quando todos os ascendentes (avós e pais) e descendentes (filhos) mantêm as características desejadas.

As pombas ornamentais dividem-se em dez grupos:

Pombas de papo. Apresentam, como o nome já diz, um papo muito proeminente, inflado para impressionar a fêmea durante o corte.
Pombas-gaivota. Possuem bico curto, semelhante ao das gaivotas, e são muito habilidosas com ele.
Pombas-galinha. As mais famosas são as da raça King, que se caracterizam pelo tamanho avantajado (chegam a pesar até 1 quilo). São muito utilizados nos Estados Unidos como aves de corte, para alimentação.
Pombas-corúncola. Caracterizam-se pela presença da “cerona”, uma espécie de tecido proeminente, ao redor do bico e dos olhos. As raças mais famosas são a Karrier e a Dragão.
Pombas-cambalhota. Consideradas verdadeiras acrobatas, são capazes de executar seguidas cambalhotas durante o vôo e até no chão.
Pombas-de-estrutura. Sua principal característica é o apuro na plumagem, abundante principalmente na cabeça, como no caso das raças Peruca e Cabeça de Mouro.
Pombas-de-forma. Na aparência são muito semelhantes às comuns, mas chegam a ter 1 metro de envergadura de asa, como a pomba Romano.
Pombas-de-cor. Destacam-se pelo desenho formado pelas cores da plumagem. Uma das raças mais conhecidas é o Laore, que pode se apresentar nos tons branco, preto, vermelho, azul e amarelo.
Pombas-tambores. Chamam a atenção por um arrulhar que lembra o som de um tambor. Além disso, apresentam franja, capucho e muitas penas nos pés.
Pombas-de-vôo. Recebem este nome pela altura e pela distância que seus vôos atingem. Podem alcançar até 800 metros de altura, como a raça Alto Vôo de Viena, e chegar a 1.500 quilômetros de distância percorrida, como os Pombos-Correio.

Além dessas raças, o criador poderá adquirir muitas outras, como a Show Homer, conhecida como Correio de Exposição; Strasser, muito mansa, de porte grande e que pode ser encontrada em duas cores combinadas; Fantaio ou Cauda de Leque, disponível em diversas tonalidades (a mais valorizada é a variação “espelho”, que combina o preto e branco na cauda e no corpo); Cacheado, com muitas penas em forma de cacho em cima das asas.
Geralmente muito dóceis, as pombas ornamentais podem ser criadas em gaiolas, em viveiros abertos ou em pombais. Normalmente conhecem a casa, saem para vôos diurnos e retornam para comer e dormir. Costumam permanecer nos arredores da residência, mas para criá-las soltas é necessário um período de adaptação. Assim que forem adquiridas, deverão permanecer presas de 15 a 30 dias, conforme a raça. Ao final desse período é só abrir o viveiro e, sem assustá-las, deixá-las sair naturalmente. Essa regra só não se aplica aos Pombos-Correios, capazes de retornar ao ponto de origem após meses de reclusão.

Publicado por: Prynce H. | 14/05/2010

Biografia – Pombas

Pombas!

A dedicação dos criadores tornou possível o aparecimento de pombas diferentes e sofisticadas. Vale a pena conhecê-las.

Imagine uma pomba com uma combinação exótica de cores. Ou um exemplar cujas penas, ao redor da cabeça, lembrem a moldura de uma cabeleira. Ou ainda um outro, com o peito tão saliente que mais parece um arco. Essas são apenas algumas das surpresas que a columbofilia (criação de pombos) nos reserva.
Incentivada pela variedade das raças, pela facilidade na importação de animais e pelo desenvolvimento de técnicas nacionais para a criação de acordo com o clima brasileiro, a columbofilia vem despertando interesse crescente nos últimos anos. O hobby, que inclui duas grandes categorias de pombas – as ornamentais (também conhecidas como domésticas) e as silvestres – é cheio de detalhes e exige dedicação, mas gratifica o criador no aspecto estético ou mesmo no financeiro, uma vez que as espécies mais raras podem alcançar preços elevados (até R$ 5mil).
Quem pretende começar uma criação pode escolher entre essas duas categorias, cujos exemplares são originários de vários partes do mundo. As ornamentais, derivadas da mesma espécie das pombas comuns que vemos nas ruas, ganharam características nobres na plumagem, nas cores e no tamanho em conseqüência do trabalho genético. Podem ser mantidas em cativeiro ou em liberdade. Já as pombas silvestres apresentam espécies variadas, com cores, tamanhos e hábitos diferentes. Mas todas, necessariamente, devem ser mantidas em cativeiro.
É bom lembrar que o criador de pombas deverá adquirir somente espécies de outros países, e por duas razões. A primeira é que a lei não permite a manutenção das nacionais sem registro no IBAMA (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente). A segunda é que as poucas variedades brasileiras encontradas na natureza (como Asa Branca e Azulona) não têm um colorido bonito a ponto de atrair o interesse de criadores e compradores.
É fundamental também a leitura de bons livros sobre pombos (veja Ficha) e consulta a criadores experientes. Aliás, seja qual for sua escolha, uma boa dica é começar a coleção com um casal de espécies ou raças não muito caras.
Outro ponto importante é a questão sanitária, uma vez que muitos centros urbanos têm problemas com a superpopulação de pombas. Soltas nas ruas, elas se alimentam de quase tudo o que encontram, inclusive lixo. Contaminados e muitas vezes doentes, tornam-se transmissoras de enfermidades ao homem. Esse não é o caso das pombas ornamentais ou das silvestres, mantidas em boas condições de higiene com alimento selecionado e fresco.

Publicado por: Prynce H. | 14/05/2010

Curiosidades e cuidados – Pintassilgo

In Habitat

Média de vida: 10 anos.

Saúde: é bastante resistente, não exigindo maiores cuidados além de comida fresca e água limpa.

Publicado por: Prynce H. | 14/05/2010

Reprodução – Pintassilgo

Época de Reprodução!

no Brasil, ele tem-se reproduzido em gaiolões próprios para Canários, no período compreendido entre setembro e fevereiro. Coloca-se um casal em cada gaiola, com dois ninhos pequenos de corda, no alto, um em cada canto. A fêmea escolherá um deles; o outro será desmanchado por ela, e o material, utilizado na complementação do ninho escolhido. Ela fará duas ou três posturas, com dois ou três ovos em cada uma delas; se, ao invés de ela chocar, colocarem-se os ovos com uma “ama” canária, é possível que o número de posturas por temporada chegue a quatro. A incubação dura de 12 a 14 dias e os filhotes saem do ninho com 30 ou 35 dias.

Publicado por: Prynce H. | 14/05/2010

Instalações – Pintassilgo

Gaiola Ideal!

este pássaro se sente bem em gaiolões usados para Canários (70cm de comprimento x 30 cm de largura x 30 cm de altura) onde um casal pode viver. Não se deve esquecer da areia do rio lavada e da água limpa e fresca trocada diariamente, para beber e para banho.

Publicado por: Prynce H. | 14/05/2010

Alimentação – Pintassilgo

Dieta!

a alimentação básica é constituída por grãos (alpiste, painço, níger, colza) e verduras (couve, pepino, almeirão). Osso de siba pode ser oferecido em qualquer época do ano, e larvas de Tenébrio podem ser tentados no período de reprodução, para os filhotes, cuja alimentação normal deverá ser acrescida de papa de pão amanhecido com gema de ovo, ou gema de ovo passada na peneira com farinha de rosca.

Publicado por: Prynce H. | 13/05/2010

Biografia – Pintassilgo

Pintassilgo

O Pintassilgo pertence a um grupo de pássaros de gaiola que está entre os mais conhecidos e desejados de todo o mundo. Ele se destaca pela melodia do canto, pela suavidade do temperamento e pela adaptabilidade à vida doméstica. Seu canto lembra muito o do Pintassilgo brasileiro; com gorjeios alegres e sonoros; cheio de vivacidade, ele está sempre saltitando na gaiola, enchendo de vida o ambiente onde for colocado e ao qual se adapta com facilidade e sem maiores exigências.

O Carduelis cucullata ficou conhecido pelo nome de Pintassilgo da Venezuela porque era abundante neste país, na região ao norte da Cordillera, e também porque porque a Venezuela foi o país que mais exportou estes Pintassilgos. Na natureza, é encontrado também no nordeste da Colômbia e em Trinidad, sendo que nesta ilha o registro de sua existência é bastante escasso. Ele habita regiões tropicais, de vegetação bem aberta, cobertas de capim e moitas de arbustos; na Venezuela, em regiões relativamente áridas, com altitude variável entre 300 e 400 metros.

Este pássaro tem cerca de dez centímetros de comprimento. O macho tem a cabeça, a garganta e a cauda pretas e asas também pretas com mancha vermelha. O restante do corpo é vermelho, exceto o centro do abdômen, que é branco. A fêmea tem cor geral marrom tingido de vermelho; lados da cabeça e garganta acinzentados; cinza-escuro na cauda e nas asas, estas com barras cor de laranja; lados do peito também cor de laranja e partes inferiores esbranquiçadas.

Um aspecto que o destaca, na Canaricultura, de outros Pintassilgos seus parentes é o fato de ele ser o introdutor do fator vermelho nas cores do Canário doméstico. Assim, ele também tem sido muito valorizado por criadores de canários que se utilizam do macho, fazendo acasalamentos com canárias para obter linhagens de canários “vermelhos”, que já há alguns anos dominam o mercado específico da Canaricultura (o Canário vermelho tem um fator genético para esta cor; mas ele só a mantém com uma alimentação à base de caroneto).

Também por este fato ele é um pássaro raro na natureza, devido à perseguição que lhe foi movida no passado. Entretanto, hoje existem leis severas de proteção, em particular na Venezuela, visando a assegurar a sobrevivência da espécie em liberdade. Além disso, em face da sua progressiva raridade, os criadores começaram a se interessar pela sua reprodução em cativeiro, já não só em cruzamentos com canárias, mas também com fêmeas de sua própria espécie. Assim, se ele vier a se extinguir na natureza, apesar das precauções tomadas, pelo menos continuará enfeitando as gaiolas dos criadores com sua cor rica e seu canto melodioso.

Publicado por: Prynce H. | 08/05/2010

Atração – Pica-Pau

Calmo ao som da Natureza!

No Brasil existem cerca de 42 espécies, distribuídas por todo o país, variando bastante no tamanho (de 10 a 200g), cores e manifestações sonoras. Basta haver matas nas redondezas para encontrá-los. São vistos até mesmo próximo a grandes centros urbanos. Em São Paulo, por exemplo, em bairros como Eldorado, Granja Viana, Serra da Cantareira. No Rio de Janeiro em Jacarepaguá, Horto Florestal, Jardim Botânico. Para recebê-los em casa. Lembre-se de que preferem árvores mortas(eucaliptos e pinus não favorecem a sua presença), são muito sensíveis a inseticidas, dormem e se abrigam da chuva em cavidades nos troncos. Além das frutas já citadas, gostam de comer formigas, cupins e suas respectivas larvas. Também costumam abrir ninhos de abelhas e vespas em busca de suas larvas. Quem sabe você presencie até um tamborilado, som produzido batendo em madeiras ocas, taquaras e até chapas de aço que ampliem ao máximo a sonoridade, ultrapassando a altura da voz humana. Neste caso, é provável que seu jardim tenha se tornado o território dele.

Publicado por: Prynce H. | 08/05/2010

Ninho – Pica-Pau

Ninho

Ninho

O ninho é construído pelo casal. A fêmea põe de dois a quatro ovos brancos. Os filhotes nascem nus e cegos. O macho divide com a companheira o choco e a alimentação, feita de bolas de insetos, conglomerados através da regurgitação. Com poucos dias de idade, ainda cegos, os filhotes já começam a brincar de martelar. A permanência no ninho leva cerca de cinco semanas.

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