Publicado por: Prynce H. | 22/05/2010

Complementos – Rouxinol

Filhotinho!

Tamanho: 15 cm (adulto), medidos da ponta da cauda até a ponta do bico.

Identificação Sexual: o macho tem canto mais intenso e cores mais fortes.

Tempo de vida: acima de 10 anos.

Família: Timallinae, que compreende 252 espécies.

Publicado por: Prynce H. | 22/05/2010

Instalações – Rouxinol

Rouxinol Engailodo

Instalações: gaiola de 70 cm de profundidade, 30 cm de largura e 40 cm de altura. Para um casal ,viveirinho de no mínimo 140x30x40cm. Não misture casais de espécies diferentes num mesmo viveiro. Viveiros mistos, só quando amplos (9x9x4m) e arborizados, para que as aves tenham onde se esconder em caso de perseguição. A profundidade deve ser maior que a largura e a altura.
Acessórios: em gaiola ou viveirinho, dois poleiros de 10mm. Banheira com água trocada diariamente:Evite deixá-la à noite. Como eles tomam banhos freqüentes, talvez durmam molhados, o que pode provocar doenças respiratórios e, em casos mais graves, levar à morte.

Publicado por: Prynce H. | 22/05/2010

Alimentação – Rouxinol

Rouxinol!

onívoro, come de tudo. Dê ração balanceada de boa qualidade, frutas e legumes. Na procriação, ofereça 15 larvas de tenébrio (5 de manhã, 5 à tarde e 5 ao anoitecer).

Publicado por: Prynce H. | 22/05/2010

Reprodução – Rouxinol

Ninhada!

Ninhada!

Na natureza, o Rouxinol do Japão habita a parte baixa das florestas e os bosques encravados nas montanhas. Faz o ninho, em forma de taça, nos arbustos mais elevados e forra-os com líquen (planta emaranhada e fina), musgo, capim e raízes. Vive em pequenos bandos que se movimentam o tempo todo em busca de insetos (o cardápio predileto da espécie), sementes, frutas e legumes.
Essa mesma agitação pode ser verificada em cativeiro: ele não pára, demonstrando alegria e boa disposição. Além disso, é bastante resistente e suporta bem tanto o frio como o calor.
A reprodução exige muita dedicação. É preciso colocá-los, na época do acasalamento, em viveiros construídos de modo a apresentar semelhança com o habitat da ave.

a partir dos 10 meses, na primavera, quando há abundância de plantas e insetos para alimentar filhotes e construir ninhos. É trabalhosa por causa da dificuldade de distingüir o macho da fêmea. Faça diversas tentativas: forme duplas diferentes até obter sucesso. A fêmea bota de 3 a 5 ovos, que eclodem em 12 a 14 dias. Os filhotes ficam independentes com aproximadamente 45 dias, quando devem ser separados dos pais.
Cuidados:
1) Construa viveiros de 3x1x2m.
2) Plante legustas, arbustos que, por terem muitos galhos, protegem as aves. Além disso, crescem depressa e são fáceis de podar. Se preferir, providencia folhagem artificial, onde pode ser feito o ninho. Assim a fêmea irá se sentir segura.
3) Troque a água com freqüência.
4) Forneça capim barba-de-bode, raízes de gramíneas e saco de estopa desfiado em abundância para a confecção do ninho.
5) Mantenha um casal por viveiro; nessa fase eles ficam agressivos e com
em ovos alheios.

Publicado por: Prynce H. | 14/05/2010

Canto – Rouxinol

O Belo Canto!

O canto forte, composto de notas curtas e repetidas, compõe o que os especialistas chamam de “gargalhar”. O macho conta bastante. A fêmea dá trinados curtos e menos freqüentes. Ambos cantam mais quando têm por perto um companheiro e não conseguem vê-lo. Por isso, procure manter mais de um exemplar num mesmo recinto, mas em locais isolados. Feche as laterais dos viveiros com tijolos ou disponha as gaiolas de forma a que uma ave não enxergue a outra.
Sua plumagem é sedosa e dependendo da variação a que ela pertence, há suaves modificações das cores originais, que são corpo cinza, peito verde-oliva, garganta amarelo-avermelhada, rabo preto, bico avermelhado e asas ligeiramente avermelhadas.
Essas alterações na coloração também ocorrem entre machos e fêmeas. Os machos apresentam cores fortes e máscaras que cobrem quase toda a cabeça; as fêmeas têm tons mais fracos (especialmente o avermelhado das faces) e máscara menor.


Publicado por: Prynce H. | 14/05/2010

Biografia – Rouxinol

Rouxinol

Famoso em todo o mundo, ele alegra e enfeita o ambiente com seus dotes naturais.

O Rouxinol do Japão (Leiothrix lutea) consegue reunir todas as qualidades que se buscam nas aves. Tem um canto admiravelmente melodioso, bela plumagem e preço baixo. Além disso, dá-se bem tanto em gaiolas dentro de casa como em viveiros no jardim e é fácil de cuidar.
A despeito do nome, não é originário do Japão, mas de lugares como China, Birmânia, Himalaia e Índia. Acredita-se que a designação venha do fato de o Japão ter intermediado o comércio dessas aves. Nos Estados Unidos ele tem um nome mais adequado à sua origem: Peking Robin, ou tordo de Pequim.

Publicado por: Prynce H. | 14/05/2010

Curiosidades – Pombas

Pomba de Papo!

troque a água todos os dias. Não descuide da higiene: evite acúmulo de fezes e para prevenir piolhos pulverize as pombas com Bolfo (pó não -tóxico encontrado em lojas de produtos agrícolas e veterinários). Coloque um pouco desse produto no ninho ante de a pomba botar os ovos. Ornamentais – adaptam-se bem a todos os climas. Vermifugue 3 vezes por ano com remédios à base de piperazina. Silvestres – temperatura ideal dos viveiros: entre 18° e 28°C.

Publicado por: Prynce H. | 14/05/2010

Ninho – Pombas

Ninho!

Granívoras – caixa de 25 x 25 x 8cm para cada casal, com palha, areia e gravetos no fundo. Frugívoras – ninho pronto (cestinha de palha com tamanho que acomode bem a pomba).

Publicado por: Prynce H. | 14/05/2010

Reprodução – Pombas

Pomba de Bouquet!

as pombas são em geral monogâmicas; depois de formado, o casal não se separa. A reprodução vai de maio a janeiro; em fevereiro, março e abril, período da muda, é aconselhável separar os casais. Fazem até 6 posturas por ano e a incubação dura de 17 a 19 dias. Macho e fêmea chocam os ovos: ele durante o dia e ela à noite. Ambos cuidam do filhote; ela os alimenta. Ornamentais: os casais permanecem nos viveiros normais. Põem 2 ovos por postura. Silvestres – quando ficam briguentas no viveiro coletivo é sinal de que estão entrando em fase de reprodução. Separe os casais em viveiros individuais. No caso das frugívoras, coloque a fêmea no viveiro 40 dias depois de introduzido o macho. A fêmea põe de 1 a 2 ovos por postura.

Publicado por: Prynce H. | 14/05/2010

Instalações – Pombas

Viveiro!

Ornamentais – gaiola para 1 casal com 80 x 80 x 80cm ou viveiro para 6 casais de 2 x 2 x 2m com frente de tela voltado para o lado onde o sol nasce, todo coberto. No pombal, prateleiras com divisões de 30 cm de largura; compartimentos, 60cm de largura x 30 cm de profundidade. Faça um laguinho no chão (piso de areia), para banhos. Silvrestres – viveiro conforme o tamanho da ave (de 1,5m de profundidade x 2 de largura x 2 de altura até 4 x 1,5 x 2,5 m). Parte dele deve ser coberta; a outra parte fica exposta para que a aves tomem banhos de sol, de orvalho e de chuva.

Ornamentais – os poleiros não podem ser redondos porque elas pisam com os pés espalmados. Os comedouros e bebedouros são postos no chão. Silvestres – poleiros redondos (cabos de vassoura, por exemplo), distantes um do outro para a ave se exercitar (2 mais altos e 1 mais baixo usado principalmente pela fêmea para se refugiar caso apanhe do macho). Fixe cantoneiras retas na metade da altura do viveiro, com espaço para pouso e para as vasilhas de comida e água. Coloque um apoio para os potes de comida na metade da altura do viveiro. Vegetação em abundância, pois podem fazer ninhos nela. Escolha plantas com folhas grandes bem resistentes ou com folhas menores como o ficus benjamin (evite as tóxicas). Piso de areia, palha de arroz ou maravalha.

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